Índice
O Sistema X Window no sistema Debian é baseado na fonte do X.Org. Até Julho de 2009, eles são X11R7.1(etch), X11R7.3(lenny), X11R7.3(squeeze) e X11R7.4(sid).
Existem alguns (meta)pacotes disponibilizados para facilitar a instalação.
Tabela 7.1. Lista de (meta)pacotes chave para o X Window
| (meta)pacote | popcon | tamanho | descrição |
|---|---|---|---|
xorg
|
I:461 | 78 | bibliotecas do X, um servidor X, um conjunto de fonts e um grupo de clientes X básicos e utilitários (meta-pacote) |
xserver-xorg |
V:178, I:541 | 366 | conjuntos completos do servidor X e sua configuração |
xbase-clients |
I:372 | 62 | colecção variada de clientes X |
x11-common |
V:446, I:856 | 466 | infraestrutura do sistema de ficheiros para o Sistema X Window |
xorg-docs |
I:24 | 2056 | documentação variada para a suite de software X.Org |
menu
|
V:281, I:537 | 1757 | gera um menu Debian a partir de todas as aplicações com item de menu |
gksu
|
V:228, I:470 | 207 | frontend Gtk+ para o su(1) ou sudo(8) |
menu-xdg |
V:137, I:471 | 76 | converte a estrutura do menu Debian para a estrutura de menu xdg do freedesktop.org |
xdg-utils |
V:254, I:520 | 300 | utilitários para integrar o ambiente de trabalho disponibilizado pelo freedesktop.org |
gnome-desktop-environment |
I:224 | 43 | ambiente de trabalho GNOME standard (meta-pacote) |
kde-standard |
I:67 | 35 | núcleo do ambiente de trabalho KDE (metapacote) |
xfce4
|
I:78 | 40 | Xfce ambiente de trabalho leve (meta-pacote) |
lxde-core |
I:30 | 26 | LXDE ambiente de trabalho leve (meta-pacote) |
fluxbox |
V:7, I:22 | 4330 | Fluxbox: pacote para um gestor de janelas X altamente configurável e de baixos recursos. |
Para as bases do X, veja X(7), o manual do utilizador LDP XWindow.
Um ambiente de trabalho é geralmente uma combinação de um gestor de janelas X, um gestor de ficheiros e um conjunto de programas utilitários compatíveis.
Você pode configurar um ambiente de
trabalho completo como o GNOME, KDE, Xfce, ou LXDE, a partir do aptitude sob o
menu de tarefas.
![]() |
Dica |
|---|---|
O menu de tarefas pode estar fora de sincronismo com o estado de transição
de pacotes mais recente sob os ambientes Debian
|
Alternativamente você pode configurar um ambiente simples manualmente apenas com um gestor de janelas X como o Fluxbox.
Veja Window Managers for X para o guia do gestor do X window e do ambiente de trabalho.
O sistema de menu Debian
disponibiliza uma interface geral para ambos programas orientados a texto e
X com o
update-menus(1)
do pacote menu. Cada pacote instala os seus dados de menu
no directório "/usr/share/menu/". Veja
"/usr/share/menu/README".
Cada pacote que é compatível com o sistema de menu do Freedesktop.org
instala os seus dados de menu disponibilizados por
"*.desktop" sob
"/usr/share/applications/". Os ambientes de trabalho
modernos que são compatíveis com o standard Freedesktop.org usam estes dados
para gerar o seu menu usando o pacote xdg-utils. Veja
"/usr/share/doc/xdg-utils/README".
De modo a obter acesso ao menu Debian tradicional sob o ambiente GNOME, você
tem de instalar o pacote menu-xdg, clique em "Sistema" →
"Preferências" → "Menu Principal", e active a opção "Debian".
![]() |
Dica |
|---|---|
Você pode precisar de fazer semelhante para outros ambientes de desktop modernos que são compatíveis com o standard Freedesktop.org. |
O X Window System é activado como uma combinação de programas servidor e cliente. Aqui o significado das palavras servidor e cliente com respeito às palavras local e remoto requer atenção.
Tabela 7.2. Lista de terminologia de servidor/cliente
| tipo | descrição |
|---|---|
| Servidor X | um programa que corre numa máquina local ligado ao mostrador e dispositivos de entrada do utilizador. |
| cliente X | um programa que corre numa máquina remota que processa dados e fala com o servidor X. |
| aplicação servidor | um programa que corre numa máquina remota que processa dados e fala com os clientes. |
| aplicação cliente | um programa que corre numa máquina local ligado ao mostrador e dispositivos de entrada do utilizador. |
Veja xorg(1) para informação do servidor X.
![]() |
Nota |
|---|---|
o servidor X (pós- |
O seguinte (re)configura um servidor X ao gerar um novo ficheiro
"/etc/X11/xorg.conf" usando o
dexconf(1).
# dpkg-reconfigure --priority=low x11-common # dpkg-reconfigure --priority=low xserver-xorg
Se editou manualmente este ficheiro "/etc/X11/xorg.conf"
mas deseja que ele seja actualizado automaticamente outra vez, corra o
seguinte comando.
# sudo dpkg-reconfigure -phigh xserver-xorg
por favor verifique cuidadosamente a sua configuração do X com respeito ao seu monitor. Para os monitores CRT de alta resolução, é boa ideia regular a taxa de refrescamento para o mais alto que o monitor suporte (85 Hz é muito bom, 75 Hz é bom) para reduzir a cintilação. Para o monitor de LCD, a taxa de refrescamento standard mais lenta (60Hz) é geralmente boa devido à sua resposta lenta.
![]() |
Nota |
|---|---|
Tenha cuidado para não usar uma taxa de refrescamento muito alta que possa causar falha fatal do hardware do seu monitor. |
Existem várias maneiras de fazer um "servidor X" (lado do monitor) aceitar ligações de um "cliente X" (lado da aplicação).
Tabela 7.3. Lista de métodos de ligação ao servidor X
| pacote | popcon | tamanho | utilizador | encriptação | método | uso pertinente |
|---|---|---|---|---|---|---|
xbase-clients |
I:372 | 62 | não verificado | não | comando xhost
|
obsoleto |
xbase-clients |
I:372 | 62 | verificado | não | comando xauth
|
ligação local via pipe |
openssh-client |
V:563, I:995 | 2276 | verificado | sim | comando ssh -X
|
ligação de rede remota |
gdm3
|
V:232, I:317 | 5899 | verificado | no(XDMCP) | gestor de display do GNOME | ligação local via pipe |
kdm
|
V:72, I:98 | 4046 | verificado | no(XDMCP) | gestor de display do KDE | ligação local via pipe |
xdm
|
V:6, I:18 | 725 | verificado | no(XDMCP) | gestor de display do X | ligação local via pipe |
wdm
|
V:267, I:870 | 2082 | verificado | no(XDMCP) | gestor de display do WindowMaker | ligação local via pipe |
ldm
|
V:0, I:0 | 592 | verificado | sim | gestor de display do LTSP | ligação de rede SSH remota (cliente ténue) |
![]() |
Atenção |
|---|---|
Não use ligação TCP/IP
remota sobre redes inseguras para ligação
X a menos que tenha uma boa razão como o uso de encriptação. Uma ligação
socket TCP/IP remota sem encriptação é inclinada a ataques de escuta e está desactivada por
predefinição no sistema Debian. Use " |
![]() |
Atenção |
|---|---|
Também não use ligação XDMCP sobre rede insegura. Envia os dados via UDP/IP sem encriptação e é inclinado a ataques de escuta. |
![]() |
Dica |
|---|---|
LTSP significa Linux Terminal Server Project. |
O X Window System é geralmente iniciado como uma sessão X a qual é a combinação de um servidor X e clientes X ligados. Para o sistema de ambiente de trabalho normal, ambos são executados numa estação de trabalho.
A sessão X é iniciada com o seguinte.
comando startx iniciado a partir da linha de comandos
Um dos programas daemon de gestor de ecrã
X *dm arrancado a partir do fim do script de
arranque no directório "/etc/rc?.d/"
("?" correspondendo ao runlevel)
![]() |
Dica |
|---|---|
O script de arranque para os daemons de gestão de ecrã verifica o conteúdo
do ficheiro " |
![]() |
Dica |
|---|---|
Veja Secção 8.3.5, “O locale específico apenas sob X Window” para as variáveis de ambiente iniciais do gestor de écran X. |
Essencialmente, todos estes programas executam o script
"/etc/X11/Xsession". Então o script
"/etc/X11/Xsession" executa
run-parts(8)
como acção para executar os scripts no directório
"/etc/X11/Xsession.d/". Isto é essencialmente uma
execução de um primeiro programa o qual é encontrado na seguinte ordem com o
comando embutido exec.
O script especificado como o argumento de
/etc/X11/Xsession" pelo gestor de display X, se estiver
definido.
O script "~/.xsession" ou
"~/.Xsession", se estiver definido.
O comando "/usr/bin/x-session-manager", se estiver
definido.
O comando "/usr/bin/x-window-manager". se estiver
definido.
O comando "/usr/bin/x-terminal-emulator", se estiver
definido.
Este processo é afectado pelo conteúdo de
"/etc/X11/Xsession.options". Os programas exactos para os
quais estes comandos "/usr/bin/x-*" apontam são
determinados pelo sistema de alternativas Debian e modificados pelo
"update-alternatives --config x-session-manager", etc.
O
gdm3(1)
permite-lhe seleccionar o tipo de sessão (ou ambiente de trabalho: Secção 7.2, “Definir o ambiente de trabalho”), e linguagem (ou locale: Secção 8.3, “O locale”) da sessão X a partir do seu menu. Mantêm o valor
predefinido seleccionado em "~/.dmrc" como se segue.
[Desktop] Session=default Language=pt_PT.UTF-8
Num sistema onde "/etc/X11/Xsession.options" contém uma
linha "allow-user-xsession" sem o caractere
"#" a preceder, qualquer utilizador que defina
"~/.xsession" ou "~/.Xsession" é capaz
de personalizar a acção de "/etc/X11/Xsession" ao
sobrepor completamente o código do sistema. O último comando no ficheiro
"~/.xsession" deve usar a forma de "exec
some-window/session-manager" para iniciar os seus gestores de X
window/sessão favoritos.
Aqui estão alguns métodos de personalizar a sessão X sem sobrepor completamente o código do sistema como em cima.
O gestor de écran gdm3 pode seleccionar uma sessão
específica e defini-la como o argumento de
"/etc/X11/Xsession".
O ficheiro "~/.xsessionrc" é executado como parte do
processo de arranque. (independente do ambiente de trabalho)
O ficheiro "~/.gnomerc" é executado como parte do
processo de arranque. (apenas ambiente GNOME)
O software de gestão de sessão baseado em GUI pode usar o ficheiro
"~/.gnome2/session", etc.
A utilização de "ssh -X" activa uma ligação segura de um
servidor X local a um servidor de aplicações remoto.
Defina as entradas "X11Forwarding" para
"yes" em "/etc/ssh/sshd_config" da
máquina remota, se deseja evitar a opção "-X" da linha de
comando.
Arrancar o servidor X na máquina local.
Abrir um xterm na máquina local.
Correr o ssh(1) para estabelecer ligação com um site remoto com o seguinte.
nome_local @ localhost $ ssh -q -X nome_de_login@domínio.máquina_remota Palavra-passe:
Correr um comando de aplicação X, ex. "gimp", no site
remoto com o seguinte.
nome_de_login @ máquina_remota $ gimp &
Este método pode mostrar o resultado de um cliente X remoto como se ele estivesse ligado localmente através de um socket de domínio UNIX local.
Terminal X seguro via Internet, o qual mostra um ambiente de trabalho X
completo a correr remotamente, pode ser conseguido facilmente usando um
pacote especializado como o ldm. A sua máquina local
torna-se num cliente magro seguro para um servidor de aplicações remoto
ligado via SSH.
O Fontconfig 2.0 foi criado para
disponibilizar uma biblioteca independente da distribuição para configurar e
personalizar o acesso a tipos de letra em 2002. Debian após
squeeze usa Fontconfig
2.0 para a sua configuração de tipos de letra.
Os suportes de font no X Window System podem ser resumidos como se segue.
Sistema de suporte a font de tamanho de servidor X Legacy
O sistema de font do núcleo original do X11 disponibiliza compatibilidade para trás para aplicações cliente X de versões mais antigas.
As fonts de núcleo original X11 estão instaladas no servidor X.
Sistema de suporte a font de tamanho de cliente X moderno
O sistema X moderno suporta todos os tipos de letra listados em baixo (Secção 7.6.1, “Fonts (tipos de letra) básicas”, Secção 7.6.2, “Fonts (tipos de letra) adicionais”, e Secção 7.6.3, “fonts CJK”) com funcionalidades avançadas como o anti-aliasing.
O Xft 2.0 liga aplicações X modernas como as do GNOME, KDE, e LibreOffice com a biblioteca FreeType 2.0.
FreeType 2.0 disponibiliza uma biblioteca de rasterização de fonts.
Fontconfig disponibiliza resolução da especificação de font para Xft 2.0. Veja fonts.conf(5) para a sua configuração.
Todas as aplicações X modernas que usam Xft 2.0 podem falar com o servidor X moderno usando a Extensão X Rendering.
A Extensão X Rendering move o acesso a tipos de letra e a geração de imagens de glifos do servidor X para o cliente X.
Tabela 7.4. Tabela de pacotes para suportar fonts do sistema X Window
| pacote | popcon | tamanho | descrição |
|---|---|---|---|
xfonts-utils |
V:108, I:736 | 430 | Programas utilitários de fonts do Sistema X Window |
libxft2 |
V:441, I:772 | 137 | Xft, uma biblioteca que liga aplicações X com a biblioteca de rasterização de fonts FreeType |
libfreetype6 |
V:626, I:962 | 835 | FreeType biblioteca de rasterização de fonts 2.0 |
fontconfig |
V:446, I:756 | 432 | Fontconfig, uma biblioteca de configuração de fonts genérica -- binários de suporte |
fontconfig-config |
V:436, I:842 | 345 | Fontconfig, uma biblioteca de configuração de fonts genérica -- dados de configuração |
Você pode verificar informação de configuração de fonts pelo seguinte.
"xset q" para caminho das fonts do núcleo do X11
"fc-match" para a font predefinida do fontconfig
"fc-list" para fonts disponíveis do fontconfig
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Dica |
|---|---|
"O Pinguim e o Unicode" é uma boa visão geral do X Window System moderno. Outra documentação em http://unifont.org/ deverá disponibilizar boas informações sobre tipos de letra Unicode, software capaz de Unicode, internacionalização, e problemas da utilização de Unicode em sistemas operativos free/libre/open source (FLOSS). |
Existem 2 tipos principais de fonts de computador.
Fonts bitmap (boas para rasterização de baixa resolução)
Fonts outline/stroke (boas para rasterização de alta resolução)
Enquanto que o dimensionar de fonts de mapas de bits causa imagem distorcida, o dimensionar de fonts de contorno/curso produz imagem suave.
As fontes de mapa de bits no sistema Debian são geralmente disponibilizadas
por ficheiros de fonts bitmap pcf do
X11 comprimidos com a sua extensão de ficheiro
".pcf.gz".
As fonts de contorno no sistema Debian são disponibilizadas pelo seguinte.
Ficheiros de font Type 1 PostScript tendo
a sua extensão de ficheiro ".pfb" (ficheiro de font
binário) e ".afm" (ficheiro de font métrica).
Ficheiros font TrueType (ou OpenType) geralmente tendo a sua extensão de
ficheiro ".ttf".
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Dica |
|---|---|
OpenType é destinado a substituir ambas TrueType e PostScript Type 1. |
Tabela 7.5. Tabela de fonts PostScript Type 1 correspondentes
| pacote font | popcon | tamanho | font sans-serif | font serif | font monospace | fonte da font |
|---|---|---|---|---|---|---|
| PostScript | N/D | N/D | Helvetica | Times | Courier | Adobe |
| gsfonts | V:190, I:679 | 4632 | Nimbus Sans L | Nimbus Roman No9 L | Nimbus Mono L | URW (tamanho compatível com Adobe) |
| gsfonts-x11 | I:260 | 68 | Nimbus Sans L | Nimbus Roman No9 L | Nimbus Mono L | Suporte a X font com fonts PostScript Type 1. |
| t1-cyrillic | I:23 | 4834 | Free Helvetian | Free Times | Free Courier | URW extenso (tamanho compatível com Adobe) |
| lmodern | V:13, I:165 | 43427 | LMSans* | LMRoman* | LMTypewriter* | fonts PostScript e OpenType escaláveis baseadas em Computer Modern (do TeX) |
Tabela 7.6. Tabela de fonts correspondentes a TrueType
| pacote font | popcon | tamanho | font sans-serif | font serif | font monospace | fonte da font |
|---|---|---|---|---|---|---|
| ttf-mscorefonts-installer | V:3, I:106 | 124 | Arial | Times New Roman | Courier New | Microsoft (tamanho compatível com Adobe) (Isto instala dados não-livres) |
| fonts-liberation | I:201 | 2118 | Liberation Sans | Liberation Serif | Liberation Mono | Liberation Fonts project (tamanho compatível com Microsoft) |
| fonts-freefont-ttf | V:77, I:165 | 10720 | FreeSans | FreeSerif | FreeMono | GNU freefont ((tamanho compatível com Microsoft) |
| ttf-dejavu | I:660 | 56 | DejaVu Sans | DejaVu Serif | DejaVu Sans Mono | DejaVu, Bitstream Vera com cobertura Unicode |
| ttf-dejavu-core | V:88, I:812 | 2804 | DejaVu Sans | DejaVu Serif | DejaVu Sans Mono | DejaVu, Bitstream Vera com cobertura Unicode (sans, sans-negrito, serif. serif-negrito, mono, mono-negrito) |
| ttf-dejavu-extra | I:657 | 6437 | N/D | N/D | N/D | DejaVu, Bitstream Vera com cobertura Unicode (oblíquo, itálico, negrito-oblíquo, negrito-itálico, condensado) |
| ttf-unifont | I:34 | 16044 | N/D | N/D | unifont | GNU Unifont, com todo o código de caracteres imprimíveis em Unicode 5.1 Basic Multilingual Plane (BMP) |
![]() |
Dica |
|---|---|
as fonts DejaVu são baseadas e um super conjunto da fonts Bitstream Vera. |
O aptitude(8) ajuda-o a encontrar fonts adicionais facilmente.
A lista de pacotes curta sob "Tarefas" → "Localização"
A lista de pacotes lisa filtrada de dados de fonts com regex em debtag:
"~Gmade-of::data:font"
A lista de pacotes lisa filtrada de pacotes de fonts BDF (bitmap) com regex
no nome do pacote: "~nxfonts-"
A lista de pacotes lisa filtrada de pacotes de fonts TrueType (contorno) com
regex no nome do pacote: "~nttf-"
Como as fonts Free são por vezes limitadas, instalar ou partilhar algumas fonts TrueType comerciais é uma opção para os utilizadores de Debian. De modo a tornar este processo fácil para o utilizador, foram criados alguns pacotes de conveniência.
ttf-mathematica4.1
ttf-mscorefonts-installer
Você irá ter uma boa selecção de fonts TrueType às custas de contaminar o seu sistema Livre com fonts não-Livres.
Aqui estão alguns pontos chave que focam em fonts de caracteres CJK.
Tabela 7.7. Tabela de palavras chave usadas em nomes de fonts CJK para indicar os tipos de fonts.
| tipo de font | nome de font Japonesa | nome de font Chinesa | nome de font Coreana |
|---|---|---|---|
| sans-serif | gótico, ゴチック | hei, gótico | dodum, gulim, gótico |
| serif | mincho, 明朝 | song, ming | batang |
O nome de font como "VL PGothic" com o "P" é um font proporcional a qual corresponde à largura fixa da fonte "VL Gothic".
Por exemplo, a tabela de código Shift_JIS compreende 7070 caracteres. Eles podem ser agrupados como o seguinte.
caracteres de um byte JIS X 0201 (191 caracteres, a.k.a. caracteres de meia-largura)
caracteres de duplo byte JIS X 0208 (6879 caracteres, a.k.a. caracteres de largura-completa)
Os caracteres de duplo-byte ocupam o dobro da largura nos terminais de
consola que usam fonts CJK de largura fixa. De modo a lidar com esta
situação, pode ser implantado o Hanzi
Bitmap Font (HBF) File com extensão de ficheiro
".hbf" para fonts que contêm caracteres de único-byte e
duplo-byte.
De modo a poupar espaço para ficheiros de tipos de letra TrueType, pode ser usado o ficheiro de colecção de
tipos de letra TrueType com a extensão de
ficheiro ".ttc".
De modo a cobrir o código complicado do espaço dos caracteres, é usada uma
font Type 1 PostScript com chave CID com
ficheiros CMap que arrancam eles próprios com "%!PS-Adobe-3.0
Resource-CMap". Isto é raramente usado para o mostrador X normal
mas é usado para renderização de PDF, etc. (veja Secção 7.7.2, “aplicações utilitárias do X”).
![]() |
Dica |
|---|---|
Os múltiplos glifos são esperados para alguns
pontos de código do Unicode devido à unificação do Han. Um dos mais chatos são
"U+3001 IDEOGRAPHIC COMMA" e "U+3002 IDEOGRAPHIC FULL STOP" nos quais as
posições dos caracteres diferem entre países CJK. Configurar a prioridade
das fonts cêntricas Japonesas sobre as Chinesas usado o
" |
Aqui está uma lista de aplicações de escritório básicas (LO é o LibreOffice).
Tabela 7.8. lista de aplicações X de escritório básicas
| pacote | popcon | tamanho do pacote | tipo | descrição |
|---|---|---|---|---|
libreoffice-writer |
V:150, I:203 | 28763 | LO | processador de texto |
libreoffice-calc |
V:148, I:200 | 23894 | LO | folha de cálculo |
libreoffice-impress |
V:145, I:197 | 3404 | LO | apresentação |
libreoffice-base |
V:142, I:192 | 8959 | LO | gestão de base de dados |
libreoffice-draw |
V:146, I:197 | 12617 | LO | editor de gráficos vectoriais (desenho) |
libreoffice-math |
V:148, I:200 | 1508 | LO | editor de fórmulas/equações matemáticas |
abiword |
V:43, I:103 | 5768 | GNOME | processador de texto |
gnumeric |
V:67, I:110 | 7698 | GNOME | folha de cálculo |
gimp
|
V:124, I:468 | 15578 | GTK | editor de gráficos bitmap (pintura) |
inkscape |
V:166, I:368 | 79425 | GNOME | editor de gráficos vectoriais (desenho) |
dia-gnome |
V:10, I:18 | 617 | GNOME | editor de fluxogramas e diagramas |
planner |
V:2, I:16 | 1146 | GNOME | gestão de projectos |
calligrawords |
V:1, I:5 | 7042 | KDE | processador de texto |
calligrasheets |
V:1, I:5 | 13128 | KDE | folha de cálculo |
calligrastage |
V:1, I:5 | 11018 | KDE | apresentação |
calligraplan |
V:0, I:5 | 7094 | KDE | gestão de projectos |
calligraflow |
V:0, I:4 | 357 | KDE | editor de fluxogramas e diagramas |
kexi
|
V:2, I:10 | 9461 | KDE | gestão de base de dados |
karbon |
V:3, I:10 | 2146 | KDE | editor de gráficos vectoriais (desenho) |
krita
|
V:2, I:12 | 18806 | KDE | editor de gráficos bitmap (pintura) |
Aqui está uma lista de aplicações utilitárias básicas que me chamaram a atenção.
Tabela 7.9. Lista de aplicações X utilitárias básicas
| pacote | popcon | tamanho do pacote | tipo | descrição |
|---|---|---|---|---|
evince |
V:284, I:411 | 1100 | GNOME | visualizador de documentos (pdf) |
okular |
V:70, I:104 | 3205 | KDE | visualizador de documentos (pdf) |
evolution |
V:87, I:365 | 5589 | GNOME | Gestor de Informações Pessoais (groupware e email) |
kontact |
V:8, I:54 | 4658 | KDE | Gestor de Informações Pessoais (groupware e email) |
scribus |
V:13, I:29 | 54122 | KDE | editor de disposição de páginas do ambiente de trabalho |
glabels |
V:1, I:6 | 1273 | GNOME | editor de etiquetas |
gnucash |
V:6, I:21 | 7033 | GNOME | contas pessoais |
homebank |
V:1, I:5 | 759 | GTK | contas pessoais |
kmymoney |
V:1, I:5 | 9255 | KDE | contas pessoais |
xsane
|
V:47, I:331 | 702 | GTK | frontend para digitalizador (scanner) |
![]() |
Cuidado |
|---|---|
O pacote |
![]() |
Nota |
|---|---|
Instalar softwares como o |
O
xmodmap(1)
é um utilitário para modificar mapas de teclas e mapas dos botões do rato no
X Window System. Para obter o código-da-tecla, corra
xev(1)
no X e carregue nas teclas. Para obter significado de keysym, veja na definição de MACRO no ficheiro
"/usr/include/X11/keysymdef.h" (pacote
x11proto-core-dev). Todas as declarações
"#define" neste ficheiro são nomeadas com
"XK_" pre-pendente a nomes keysym.
Programas cliente X mais tradicionais, como o xterm(1), podem ser arrancados com um conjunto de opções de linha de comandos standard para especificar a geometria, o tipo de letra e o mostrador.
Eles também usam a base de dados de recursos do X para configurar a sua
aparência. As predefinições gerais do sistema dos recursos do X são
armazenadas em "/etc/X11/Xresources/*" e as predefinições
de aplicação delas são armazenadas em
"/etc/X11/app-defaults/*". Use estas definições como
pontos de partida.
O ficheiro "~/.Xresources" é usado para armazenar
especificações de recursos do utilizador. Este ficheiro é unido
automaticamente aos recursos predefinidos do X após o login. Para fazer
alterações nestas definições e as tornar efectivas imediatamente, una-as à
base de dados usando o seguinte comando.
$ xrdb -merge ~/.Xresources
Veja x(7) e xrdb(1).
Saiba tudo sobre o xterm(1) em http://dickey.his.com/xterm/xterm.faq.html.
![]() |
Atenção |
|---|---|
Nunca inicie o gestor de sessão/ecrã X sob a conta root ao escrever
|
Maneiras fáceis de correr um cliente X particular,
ex. "foo" como root é usar
sudo(8)
etc. como o seguinte.
$ sudo foo &
$ sudo -s # foo &
$ gksu foo &
$ ssh -X root@localhost # foo &
![]() |
Cuidado |
|---|---|
O uso de ssh(1) só para este objectivo como em cima é um desperdício de recursos. |
De modo que o cliente X se ligue ao servidor X, por favor note o seguinte.
Os valores das variáveis de ambiente "$XAUTHORITY" e
"$DISPLAY" dos utilizadores antigos têm de ser copiados
para os utilizadores mais recentes.
O ficheiro apontado pelo valor da variável de ambiente
"$XAUTHORITY" tem de ser legível pelo novo utilizador.
O pacote gksu (popcon: V:228, I:470) é um pacote GUI GTK+
especializado para ganhar privilégios de root. Pode ser configurado para
usar o
su(1)
ou o
sudo(8)
como backend dependendo da chave gconf
"/apps/gksu/sudo-mode". Você pode editar a chave gconf
usando o
gconf-editor(1)
(menu: "Aplicações" → "Ferramentas do Sistema" → "Editor de Configuração").